Escola Base

​Primeiro dia de aula em uma escola diferente, sem conhecer ninguém. A recepcionista me diz que todas as aulas que eu iria ter eram com professores diferentes; o da segunda era meio doido, o da terça gostava de chocolate, o da quarta era relax, o da quinta tocava bateria, o da sexta tinha uma sapatilha muito engraçada que, sem dúvida, ele tem até hoje. Eu nunca lembrava do nome dele, para mim era melhor chamar de professor da sapatilha. Ela era estampada, não me lembro como era exatamente. Sei que era cinza com oncinha pretas. Era algo assim.Ele tinha cabelos altos. Assim, todas as sextas-feiras acabavam que eram engraçadas e textuais, pois ele me ensinava redação. Conversa vai e vem, começamos a falar da sapatilha que já era assunto por toda a escola, até que quando ele ia sem a sapatilha, ficávamos todos sem o que falar. Eu disse até que um dia iria fazer um texto da sapatilha dele. Sei que demorei para fazer, mas tinha que ficar bonito e bem feito. Está aí, demorou mas está feito. Lembrei que todos e tudo, até uma sapatilha, me serviram como ensinamentos.

Sonho

Esta noite tive um lindo sonho que tinha amor, aventura e diversão, tinha uma bola falante, um cachorro cego e um índio mágico. A bola ajudava o cachorro a atravessar a cidade natural, o índio estava procurando a cidade natural, encontrou o cachorro e a bola falante e perguntou “onde fica a cidade natural?”. O cachorro disse “venha, estamos indo para lá”. A bola disse “cuidado, cachorro, o sinal está verde, temos que esperar ficar vermelho para atravessar”. Todos ficaram amigos, o índio chegou à cidade e fez um belíssimo show de mágica apresentando so seus novos amigos: a bola falante e o cachorro cego. Todos os moradores ficaram surpresos com o show e com a amizade que tinha se formado alí na cidade natural.